Novos ciclos, novas casas e o fluxo natural das mudanças

As mudanças de vida estão acontecendo ao vivo. Você já reparou? Recentemente notei que, como nesses tempos temos a chance de acompanhar por muitos anos algumas pessoas em seus canais de YouTube e perfis de Instagram, as mudanças que elas passam acontecem na nossa frente.


Todo dia vejo um vídeo ou um post de algum famoso abrindo e assumindo as mudanças pelos quais passaram emocionalmente e como elas se refletem de maneira muito direta nos trabalhos deles, nos temas aos quais passam a se dedicar e até no corpo e estilo. Para citar alguns, Dani Noce, JoutJout, Whindersson Nunes, entre outros muitos.


A mágica de poder observar isso ao vivo pela internet é entender que esse é o fluxo natural das coisas e ninguém está livre dele. Lembrar que não é porque ontem nos dedicamos a algo que nos movia profundamente, que hoje precisamos permanecer nesse mesmo caminho, com os mesmos gostos, mesmas causas, mesmas dores.


Talvez, os gostos, causas e dores até permaneçam, mas como mudamos, a nossa forma de responder a eles, muda. Poder observar isso é não se sentir um ET. Ver que isso chega para todos, tendo você um canal seu ou não, tendo ele mais de um milhão de seguidores ou cinco.


Entre as coisas que nos fixam nos momentos de mudança, estão o medo. O medo de não ser aceito, de soar estranho, de parecer dramático, do que pode acontecer... "O que o público vai dizer se eu mudar o posicionamento?", "E se depois eu voltar atrás?", "E se der errado?", ou ainda, "Como minha família vai reagir?". É real e é válido levantar as questões. Mas e aí dentro? Dá para permanecer seguindo na mesma direção?


Quando nos fixamos nos momentos de mudança, a dor da resistência é maior. Enquanto essas perguntas rondam a mente, apertam o coração e fixam o pé no chão, o vento da mudança que vem forte nas nossas costas, pede o movimento. Nos movemos quando entendemos que o incômodo de permanecer no lugar, é maior que o medo de seguir. É como um fluxo forte de água descendo pelas pedras. Você não segura, ela encontra seu caminho.


Então, os recados aqui são 3:


1. Não resista:

A resistência interna é a grande responsável pelo sofrimento nos momentos de mudança. Tente acolher a ideia da impermanência, do fluxo. Identifique e fixe seu conforto naquelas coisas que permanecem e dão força. Será dar uma volta ao ar livre? Brincar com o bichinho? Tomar um banho e fazer uma massagem com óleos cheirosos? Ouvir uma música? Investigue e mantenha essas coisas por perto nos períodos de mudança.


2. Se prepare:

Mudar não significa pular sem paraquedas de um precipício. A mudança pode ser estruturada e responsável. Pense sobre quem mais será afetado por essa novidade. Quais são os compromissos financeiros que você tem? Alguém pode apoiar você nesse processo?


3. Comunique com coragem:

Transpareça o novo, conte para as pessoas. Cada pessoa tem sua forma favorita. Uns vão fazer um vídeo, outros vão fazer em uma grande reunião de família, uma festa, contar um por um. Não importa, mas o recado é: não finja que não há mudança. Sua comunicação nesse processo será mais autêntica se falar a verdade. Quem se identificar, vem junto.


Por aqui a mudança veio com tudo. Fez bagunça, levantou a terra e agora isso tudo se assenta aos poucos. Assim como aconteceu com outras pessoas, minha mudança também aconteceu ao vivo e você está fazendo parte dela.


Como a Negócio de Mulher existe há tantos anos, é natural que as coisas fiquem diferentes. Fase nova, site novo. E agora sozinha à frente da NdM, não faz sentido ter dois sites. Todo aquele conteúdo lindo será recuperado em passos de formiguinha.


Então, essa é minha nova casa, entre e fique à vontade. Vamos fazer um tour?

Aqui, tem uma área dedicada à Negócio de Mulher, com um pouquinho da história e também sobre o que temos de novidades por aqui.


Entre elas, estão o Coaching Logoterapeutico, uma abordagem que segue o sistema criado por Viktor Frankl, um homem que viveu e estudou a questão da busca do sentido de uma forma comovente e muito estruturada cientificamente, se tornando o criador da Logoterapia e Análise Existencial. Esse fala sobre mudanças responsáveis e conscientes como ninguém. Um dia conto mais sobre ele!


A metodologia que usávamos para apoiar o momento de estruturar uma nova ideia de negócio ou novas possibilidades de serviços e produtos dentro de um negócio, permanece. Ela chama Mentoria Criativa e continua um trabalho muito legal, que é uma forma de olhar para a pessoa antes de pensar o negócio, além de ser perfeito para quem não curte um planejamento quadradinho.


Tem ainda os novos queridinhos: grupos para mulheres. Porque quando a gente se junta ninguém segura. O Mergulho Interior é uma jornada em 5 encontros quinzenais, mais voltado ao autoconhecimento com objetivo se conectar antes de planejar qualquer mudança. Já o EmpreendeTerapia é um encontro mensal para mulheres que estão planejando empreender ou estão no início da jornada e precisam se conectar com outras mulheres, além de lidar com questões práticas relacionadas à produtividade, insegurança, divulgação e por aí vai.


Logo chegam mais novidades por aí, mas é isso! A nova tônica por aqui é: abraçar uma vida criativa, é abraçar o fluxo de mudanças como parte dela.


Como você se sente diante das mudanças?

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